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Rastreabilidade de dados no atendimento: quem acessou, quando e por quê

Rastreabilidade protege a gestão e o cidadão. Cada acesso deve ter responsável, justificativa e trilha auditável.

Rastreabilidade responde perguntas de auditoria

Uma trilha útil permite verificar quem realizou uma ação, quando ela ocorreu e em qual contexto. Esse registro apoia investigação de incidentes, revisão de processos e responsabilização adequada. Para ter valor, os acessos precisam ser individuais e os relógios dos sistemas devem estar consistentes.

O órgão também precisa decidir quem pode consultar os registros e por quanto tempo eles serão mantidos. Logs podem conter informações sensíveis sobre a própria operação.

Eventos relevantes

  • Entrada e saída de usuários.
  • Criação e alteração de registros.
  • Mudanças de perfil ou permissão.
  • Consulta e exportação de informações.

Controles necessários

  • Contas individuais para cada operador.
  • Perfis limitados à função exercida.
  • Revisão periódica de acessos.
  • Procedimento para investigar ocorrências.

Registrar não basta

A organização precisa revisar alertas, tratar desvios e documentar providências. Um grande volume de logs sem rotina de análise cria apenas armazenamento. Funcionalidades avançadas de rastreabilidade devem ser confirmadas com a equipe SIGFILA conforme os módulos e o escopo consultado.

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