30 dias para medir filas, gargalos e satisfação no atendimento presencial
Implantação controlada em uma unidade para gerar dados reais, apoiar decisão de contrato e criar evidência de resultado.
O que o piloto precisa provar
O objetivo não é instalar tecnologia por instalar. É mostrar se a operação consegue reduzir incerteza, organizar equipe e gerar indicadores úteis.
Medir espera média, picos e variação por serviço.
Entender quais atendimentos geram maior demanda.
Coletar avaliação do atendimento para orientar melhoria.
Entregar diagnóstico com próximos passos e proposta de expansão.
Órgãos públicos e operações presenciais de alto fluxo
O piloto pode começar em prefeituras, secretarias, autarquias, Procons, unidades de saúde, universidades, clínicas, associações e empresas com atendimento presencial.
Permissão para usar dados anonimizados como estudo de caso, quando houver autorização formal.
Depois do piloto, a contratação pode evoluir por unidade, setor, guichê, totem, display e módulos adicionais.
Preencher o diagnóstico gratuito para qualificar volume, dor, sistema atual e interesse em demonstração.